Rio de Janeiro amanhece cercado
Foram concluídas na noite de ontem as obras de construção do muro que cerca a cidade do Rio de Janeiro. O polêmico projeto teve início em 1984 e demorou 26 anos para ser concluído. Inicialmente apresentado como uma forma de conter a expansão urbana, o muro tornou-se um símbolo da opressão pós-ditadura militar.
O pedreiro e mestre-de-obras mais antigo na construção, José Neves, conta que o muro já era planejado antes mesmo do fim da ditadura. “Em 1974 o presidente Geisel já pensava em como ficaria a cidade do carnaval se não houvesse uma linha para ordenar o crescimento”, conta.
Enquanto as pessoas na rua comemoravam a queda do regime militar, o primeiro tijolo era colocado. “Todos estavam distraídos demais com suas próprias conquistas para notar a gravidade dos problemas que ainda enfrentaríamos” diz Gilda Resende, 68, que tentou, sem sucesso, impedir que um funcionário colocasse o último tijolo no muro, às 22h10 de ontem.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Exercício de classe - Thaís
Shopping vai privatizar Praça da Árvore
Consórcio liderado pela empreiteira Vera Cruz deve finalizar no dia 30 de maio a construção do Shopping Praça da Árvore, na região central de Alendópolis. O empreendimento, que custou R$ 400 trilhões, vai bloquear o acesso ao centro histórico da capital. Quem quiser visitar o monumento da Chegada deverá pagar bilhete de visita nos postos de venda do shopping.
O abaixo-assinado lançado pelo instituto Quemdera no ano passado contra a obra obteve 550 milhões de adesões. Líderes do movimento afirmam que o Shopping Praça da Árvore privatizará o patrimônio histórico de Alendópolis. O monumento da Chegada, referência à colonização japonesa, é o marco-zero da cidade e serviu como norteador do processo de urbanização. A praça foi palco das feiras de bugigangas do período colonial às barricadas tenentistas. É até o dia 30 e foi nos últimos cinco anos o ponto de encontro dos chamados “artistas vivos”, atores e músicos que fazem apresentações sem hora marcada.
A empreiteira Vera Cruz defende que o empreendimento vai gerar 550 mil empregos e movimentará R$ 223 bilhões por ano. Para o Quemdera, o conhecimento da história nacional não tem preço e restringi-lo, com entrada paga, pode a longo prazo aprofundar as disparidades socioeconômicas do país. A prefeitura, os governos do Estado e federal negam.
Consórcio liderado pela empreiteira Vera Cruz deve finalizar no dia 30 de maio a construção do Shopping Praça da Árvore, na região central de Alendópolis. O empreendimento, que custou R$ 400 trilhões, vai bloquear o acesso ao centro histórico da capital. Quem quiser visitar o monumento da Chegada deverá pagar bilhete de visita nos postos de venda do shopping.
O abaixo-assinado lançado pelo instituto Quemdera no ano passado contra a obra obteve 550 milhões de adesões. Líderes do movimento afirmam que o Shopping Praça da Árvore privatizará o patrimônio histórico de Alendópolis. O monumento da Chegada, referência à colonização japonesa, é o marco-zero da cidade e serviu como norteador do processo de urbanização. A praça foi palco das feiras de bugigangas do período colonial às barricadas tenentistas. É até o dia 30 e foi nos últimos cinco anos o ponto de encontro dos chamados “artistas vivos”, atores e músicos que fazem apresentações sem hora marcada.
A empreiteira Vera Cruz defende que o empreendimento vai gerar 550 mil empregos e movimentará R$ 223 bilhões por ano. Para o Quemdera, o conhecimento da história nacional não tem preço e restringi-lo, com entrada paga, pode a longo prazo aprofundar as disparidades socioeconômicas do país. A prefeitura, os governos do Estado e federal negam.
Exercício de classe - Filipe
Seriemas vermelhas
E Roberval terminou de rebocar o muro. Depois de tantas adversidades, os cidadãos de Monte Verde da Cachoeira Empoeirada querem se livrar das invasões que tem adentrado pela Praça da Árvore. Primeiro vieram os pregadores, exterminados à base de marteladas no crânio e tiros no joelho. Depois, os tropeiros e seus burros fétidos – que passaram a evitar Monte Verde, após a prefeitura, sob pressão dos moradores, ter aumentado os impostos embutidos sobre a venda de ferradura.
Os varguistas, que expulsaram os vendedores de peixe, morreram de overdose de lança-perfumes num sábado de carnaval. Os milicos vieram nos anos 1960, mas só foram expulsos da Praça na década de 1980. Nessa época, uma onda de caganeira levou os moradores a saírem em passeata, usando as ruas como latrina – o odor foi tão forte que os invasores saíram em polvorosa.
Desde então, as seriemas vermelhas, que outrora ocupavam a praça, preparavam um ataque para retomada de seu habitat natural. Alertada pelo Simo (Serviço de Inteligência Monteverdeano), a prefeitura iniciou a construção do muro em 1984. Maior obra de engenharia do país, ele separa a Praça da Árvore do ninho dos pássaros malditos. Roberval está orgulhoso disso.
E Roberval terminou de rebocar o muro. Depois de tantas adversidades, os cidadãos de Monte Verde da Cachoeira Empoeirada querem se livrar das invasões que tem adentrado pela Praça da Árvore. Primeiro vieram os pregadores, exterminados à base de marteladas no crânio e tiros no joelho. Depois, os tropeiros e seus burros fétidos – que passaram a evitar Monte Verde, após a prefeitura, sob pressão dos moradores, ter aumentado os impostos embutidos sobre a venda de ferradura.
Os varguistas, que expulsaram os vendedores de peixe, morreram de overdose de lança-perfumes num sábado de carnaval. Os milicos vieram nos anos 1960, mas só foram expulsos da Praça na década de 1980. Nessa época, uma onda de caganeira levou os moradores a saírem em passeata, usando as ruas como latrina – o odor foi tão forte que os invasores saíram em polvorosa.
Desde então, as seriemas vermelhas, que outrora ocupavam a praça, preparavam um ataque para retomada de seu habitat natural. Alertada pelo Simo (Serviço de Inteligência Monteverdeano), a prefeitura iniciou a construção do muro em 1984. Maior obra de engenharia do país, ele separa a Praça da Árvore do ninho dos pássaros malditos. Roberval está orgulhoso disso.
Exercício de classe - Elton
Eu sou uma árvore de muitos e muitos anos e vou contar-lhes minha história. Quando eu era jovem e tinha os galhos mais finos, minha vizinhança era repleta de outras árvores. Naquele tempo, os homens abrigavam-se embaixo de minha copa quando voltavam da caça.
Porém, com o passar do tempo, eles começaram a construir seus abrigos e várias árvores foram derrubadas para que dessem espaço às novas instalações. A quantidade de pessoas ao meu redor cresceu e eu pude ver como elas mudavam de hábitos ao longo dos anos. De instrumentos rústicos e de origem natural, como animais, pedras e paus, passaram a se valer de máquinas que eles inventavam, como o bonde, o carro, o rifle e o tanque.
Só que para tudo isso, a paisagem toda foi alterada e hoje eu sou a única árvore que restou até onde a vista alcança. Ao meu redor, foram erguidas fábricas, teatros, casas e prédios, e não sei por quanto tempo ainda existirei.
Porém, com o passar do tempo, eles começaram a construir seus abrigos e várias árvores foram derrubadas para que dessem espaço às novas instalações. A quantidade de pessoas ao meu redor cresceu e eu pude ver como elas mudavam de hábitos ao longo dos anos. De instrumentos rústicos e de origem natural, como animais, pedras e paus, passaram a se valer de máquinas que eles inventavam, como o bonde, o carro, o rifle e o tanque.
Só que para tudo isso, a paisagem toda foi alterada e hoje eu sou a única árvore que restou até onde a vista alcança. Ao meu redor, foram erguidas fábricas, teatros, casas e prédios, e não sei por quanto tempo ainda existirei.
Exercício de classe - Guilherme
Figueirópolis
O passageiro apressado, absorto na própria correria, mal se dá conta de que o chão da praça central sepulta séculos de história. O horizonte, que hoje é dominado pelos imponentes arranha-céus do centro, já foi, há quatro séculos, uma pequena aldeia de índios caçadores.
Ali, à sombra daquela mesma figueira que ainda está de pé, o bandeirante encontrou a planície adequada para fundar uma pequena vila e lá vender sua caça aos colonizadores. E quando descobriu-se ouro no sopé das colinas, aquele mesmo chão recebeu o pé sofrido de escravos africanos, que trouxeram no ombro a primeira carruagem real.
Rei deposto e escravidão proibida, a praça foi alçada à condição de centro comercial: o Teatro Royal chamou os boêmios e a fábrica atraiu os operários. O palco estava montado para que aquele lugar, outrora habitado por selvagens canibais, testemunhasse a ascensão de ditadores militares, de guerrilheiros revolucionários e de empreendedores gananciosos. A figueira continuou ali, indiferente a tudo isso.
O passageiro apressado, absorto na própria correria, mal se dá conta de que o chão da praça central sepulta séculos de história. O horizonte, que hoje é dominado pelos imponentes arranha-céus do centro, já foi, há quatro séculos, uma pequena aldeia de índios caçadores.
Ali, à sombra daquela mesma figueira que ainda está de pé, o bandeirante encontrou a planície adequada para fundar uma pequena vila e lá vender sua caça aos colonizadores. E quando descobriu-se ouro no sopé das colinas, aquele mesmo chão recebeu o pé sofrido de escravos africanos, que trouxeram no ombro a primeira carruagem real.
Rei deposto e escravidão proibida, a praça foi alçada à condição de centro comercial: o Teatro Royal chamou os boêmios e a fábrica atraiu os operários. O palco estava montado para que aquele lugar, outrora habitado por selvagens canibais, testemunhasse a ascensão de ditadores militares, de guerrilheiros revolucionários e de empreendedores gananciosos. A figueira continuou ali, indiferente a tudo isso.
Exercício de classe - Nadia
Primeiro era um bando de gente pelada que eu via. Depois, vieram uns mais brancos, com roupas, planos e armas. Vi as outras árvores caindo, vi casas sendo construídas, a gente pelada ganhando roupas e mudando de Deus.Veio um povo escuro, muito trabalhador, mas não muito feliz.
As casas foram ficando maiores e, eu vi, algumas começaram a soltar uma fumaça preta da cor do povo trabalhador – que agora já era mais feliz, isso eu vi também. Vi um homem, acho que era o novo Deus daquela gente, que agora era uma mistura das outras três.
E, de repente, essa gente já não estava tão feliz, novamente. Vi mortes, torturas. Então, vi festa novamente. Agora... não sei bem. O que é isso? Parece... espera!
Não vejo mais nada.
As casas foram ficando maiores e, eu vi, algumas começaram a soltar uma fumaça preta da cor do povo trabalhador – que agora já era mais feliz, isso eu vi também. Vi um homem, acho que era o novo Deus daquela gente, que agora era uma mistura das outras três.
E, de repente, essa gente já não estava tão feliz, novamente. Vi mortes, torturas. Então, vi festa novamente. Agora... não sei bem. O que é isso? Parece... espera!
Não vejo mais nada.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
AULA 3 - Proposta de exercício de casa
Instruções
• reduzir para 500 caracteres com espaços
Diminui nº de acidentes em estradas de SP
Balanço da Secretaria Estadual dos Transportes divulgado ontem mostra que 38 pessoas morreram e 594 se feriram em consequência de 924 acidentes nas estradas paulistas durante a operação Natal.
Para o governo, houve uma queda de 20% no feriado deste ano, na comparação com 2008. Também houve redução no número de mortos e feridos.
Os dados levam em conta o IA (índice de acidentes), que não é o número absoluto de acidentes, mas considera, além dos dados quantitativos, a extensão das rodovias, o volume diário médio de veículos nas estradas e o período analisado -em 2008, o feriado foi em uma quinta-feira, e neste ano, sexta.
Também foi registrada queda no número de feridos (64) e mortos (4) nas estradas federais paulistas. Foram contabilizados 177 acidentes.
• reduzir para 500 caracteres com espaços
Diminui nº de acidentes em estradas de SP
Balanço da Secretaria Estadual dos Transportes divulgado ontem mostra que 38 pessoas morreram e 594 se feriram em consequência de 924 acidentes nas estradas paulistas durante a operação Natal.
Para o governo, houve uma queda de 20% no feriado deste ano, na comparação com 2008. Também houve redução no número de mortos e feridos.
Os dados levam em conta o IA (índice de acidentes), que não é o número absoluto de acidentes, mas considera, além dos dados quantitativos, a extensão das rodovias, o volume diário médio de veículos nas estradas e o período analisado -em 2008, o feriado foi em uma quinta-feira, e neste ano, sexta.
Também foi registrada queda no número de feridos (64) e mortos (4) nas estradas federais paulistas. Foram contabilizados 177 acidentes.
AULA 3 - Exercício das vigas do Rodoanel - duas boas soluções
Segundo nota divulgada ontem pela Secretaria dos Transportes, três falhas contribuíram para o acidente na obra: além de mal fixadas, as vigas foram colocadas numa superfície não horizontal e sem rugosidade, o que permitiu que elas deslizassem.
O trecho sul do Rodoanel, executado por um consórcio formado pelas empreiteiras OAS, Mendes Júnior e Carioca, tem custo estimado em R$ 5 bilhões (incluindo desapropriações) e deve ser inaugurado em março como uma das principais vitrines do governador José Serra (PSDB), pré-candidato à Presidência.
Para o engenheiro Luiz Célio Bottura, ex-presidente da Dersa, o problema envolveu fiscalização: “Houve falha no controle de geometria da obra. O fiscal deveria ter visto”, afirmou. Na nota, o governo não mencionou o consórcio responsável pela obra nem eventuais falhas na fiscalização contratada pela Dersa (empresa do Estado), ao custo de R$ 25 milhões.
--------------
Em nota, a Secretaria dos Transportes atribui o acidente a falhas na fixação das vigas. Elas teriam deslizado, segundo a nota, porque foram postas em uma superfície não horizontal e com pouco atrito. A nota não cita o consórcio que executou a obra, formado pelas empreiteiras OAS, Mendes Júnior e Carioca. Também não menciona eventuais falhas na fiscalização contratada pela Dersa (empresa do Estado), ao custo de R$ 25 milhões, apontadas pelo engenheiro Luiz Célio Bottura, ex-presidente da Dersa.
O trecho sul do Rodoanel tem o custo estimado em R$ 5 bilhões (incluindo desapropriações) e deve ser inaugurado em março como uma das principais vitrines do governador José Serra (PSDB), pré-candidato à Presidência.
O trecho sul do Rodoanel, executado por um consórcio formado pelas empreiteiras OAS, Mendes Júnior e Carioca, tem custo estimado em R$ 5 bilhões (incluindo desapropriações) e deve ser inaugurado em março como uma das principais vitrines do governador José Serra (PSDB), pré-candidato à Presidência.
Para o engenheiro Luiz Célio Bottura, ex-presidente da Dersa, o problema envolveu fiscalização: “Houve falha no controle de geometria da obra. O fiscal deveria ter visto”, afirmou. Na nota, o governo não mencionou o consórcio responsável pela obra nem eventuais falhas na fiscalização contratada pela Dersa (empresa do Estado), ao custo de R$ 25 milhões.
--------------
Em nota, a Secretaria dos Transportes atribui o acidente a falhas na fixação das vigas. Elas teriam deslizado, segundo a nota, porque foram postas em uma superfície não horizontal e com pouco atrito. A nota não cita o consórcio que executou a obra, formado pelas empreiteiras OAS, Mendes Júnior e Carioca. Também não menciona eventuais falhas na fiscalização contratada pela Dersa (empresa do Estado), ao custo de R$ 25 milhões, apontadas pelo engenheiro Luiz Célio Bottura, ex-presidente da Dersa.
O trecho sul do Rodoanel tem o custo estimado em R$ 5 bilhões (incluindo desapropriações) e deve ser inaugurado em março como uma das principais vitrines do governador José Serra (PSDB), pré-candidato à Presidência.
AULA 3 - Exercício "Chuvas no Rio"
Soluções interessantes:
1o. parágrafo
A cidade sofreu chuvas intermitentes desde as 17h de segunda até as 10h de ontem.
A cidade sofreu com a chuva desde as 17h de segunda até as 10h de ontem, com interrupções ao longo do dia.
* O segundo período deste parágrafo é bem ruim ("Houve interrupções e volta ao longo do dia"): ou se corta, ou se modifica.
2o. parágrafo
De acordo com o secretário de Conservação, Carlos Roberto Osório, os alagamentos foram agravados pelos sacos de lixo colocados na rua aguardando o recolhimento.
De acordo com o secretário de Conservação, Carlos Roberto Osório, os alagamentos foram agravados pelos sacos de lixo colocados na rua aguardando o recolhimento. "O lixo boiou e a Comlurb não conseguiu passar para retirar", disse.
3o. parágrafo
Para Eduardo Paes, a cidade sofre de "ineficiências e problemas estruturais conhecidos e ainda não resolvidos". Mas o prefeito afirmou que nenhum planejamento seria suficiente para o volume de chuva no período.
Para Eduardo Paes, a cidade sofre de "ineficiências e problemas estruturais”. Por outro lado, também afirmou que nenhum planejamento seria suficiente: "Não há galeria pluvial limpa que resista a essa quantidade de chuvas".
4o. parágrafo
Segundo a prefeitura, 10 mil pessoas moram em áreas de risco.
1o. parágrafo
A cidade sofreu chuvas intermitentes desde as 17h de segunda até as 10h de ontem.
A cidade sofreu com a chuva desde as 17h de segunda até as 10h de ontem, com interrupções ao longo do dia.
* O segundo período deste parágrafo é bem ruim ("Houve interrupções e volta ao longo do dia"): ou se corta, ou se modifica.
2o. parágrafo
De acordo com o secretário de Conservação, Carlos Roberto Osório, os alagamentos foram agravados pelos sacos de lixo colocados na rua aguardando o recolhimento.
De acordo com o secretário de Conservação, Carlos Roberto Osório, os alagamentos foram agravados pelos sacos de lixo colocados na rua aguardando o recolhimento. "O lixo boiou e a Comlurb não conseguiu passar para retirar", disse.
3o. parágrafo
Para Eduardo Paes, a cidade sofre de "ineficiências e problemas estruturais conhecidos e ainda não resolvidos". Mas o prefeito afirmou que nenhum planejamento seria suficiente para o volume de chuva no período.
Para Eduardo Paes, a cidade sofre de "ineficiências e problemas estruturais”. Por outro lado, também afirmou que nenhum planejamento seria suficiente: "Não há galeria pluvial limpa que resista a essa quantidade de chuvas".
4o. parágrafo
Segundo a prefeitura, 10 mil pessoas moram em áreas de risco.
AULA 2 - Exercício de casa - Solução Guilherme
Ontem, de novo, a rua Capachós, no Jardim Pantanal (zona leste de São Paulo), encheu. Essa rua foi, durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste, o símbolo das inundações causadas pela ocupação desordenada da várzea do Tietê. Apareceu em todos os telejornais, tomada por um caldo espesso de esgoto misturado a águas de chuva e de rio.
A prefeitura até tinha conseguido resolver o problema, instalando um caminhão que sugava o líquido da rua e o lançava no rio, a poucos metros de onde o calçamento termina. Na quarta-feira, caminhão e bomba foram retirados para a‘manutenção‘, segundo a subprefeitura de São Miguel Paulista.
Bastaram, contudo, 16 mm de chuva (média do Centro de Gerenciamento de Emergências até as 13h de ontem) para que a rua voltasse a ser tomada pelas águas.
O novo é que, agora, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão mais em férias. Às 18h15 de ontem, quando se encerraram as aulas, viam-se pais e crianças tentando transpor o aguaceiro imundo. A alternativa _uma passarela com mais de 300 metros ligando a parte mais alta da rua Capachós à escola_ é inútil aos alunos que moram na área alagada da rua.
Vicentina de Arruda, 38, uma mão segurando o guarda-chuva, a outra apertada em torno do pulso do sobrinho criança, reclamou, encolhida numa pedra: ‘Isto aqui é água com cocô. A gente paga à Sabesp para ter água e esgoto, mas o esgoto está totalmente entupido‘.
No auge das enchentes, a praça localizada na parte alta da rua Capachós tinha tendas da Defesa Civil, da PM e do Corpo de Bombeiros, uma barraca da Sabesp distribuindo água potável e até um trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, instalado lá para ajudar quem quisesse sair da várzea do Tietê a encontrar um novo imóvel. De tudo isso, ontem, só restava a base da PM.
Ontem, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) prometeu ajuda ao Rio de Janeiro em mantimentos, equipamentos e em funcionários da Defesa Civil. ‘A nossa equipe está bastante experiente‘, disse.
* A informação de "apareceu em todos os telejornais", conforme discutimos em aula, indica o impacto midiático, que depois sossegou e a rua voltou a encher. Mas é verdade também que o texto não chega a ressaltar essa relação, de modo que a expressão fica mais como elemento de coesão no parágrafo. Não seria perda muito grande suprimi-la.
* Não seria mau optar por somente uma das informações temporais em "Durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste".
* como o texto cortou a referência à bomba no início do 2o. parágrafo, daí então fica um pouco perdida a expressão "caminhão e bomba foram retirados", que aparece na sequência.
* Para encurtar no nível da frase, "voltasse a ser tomada pelas águas" poderia ser enxugada: "voltasse a encher".
* No 4o. parágrafo, não sei se funciona bem reduzir o início para "O novo" (em vez de "O dado novo"). Talvez se pudesse optar por "A novidade".
A prefeitura até tinha conseguido resolver o problema, instalando um caminhão que sugava o líquido da rua e o lançava no rio, a poucos metros de onde o calçamento termina. Na quarta-feira, caminhão e bomba foram retirados para a‘manutenção‘, segundo a subprefeitura de São Miguel Paulista.
Bastaram, contudo, 16 mm de chuva (média do Centro de Gerenciamento de Emergências até as 13h de ontem) para que a rua voltasse a ser tomada pelas águas.
O novo é que, agora, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão mais em férias. Às 18h15 de ontem, quando se encerraram as aulas, viam-se pais e crianças tentando transpor o aguaceiro imundo. A alternativa _uma passarela com mais de 300 metros ligando a parte mais alta da rua Capachós à escola_ é inútil aos alunos que moram na área alagada da rua.
Vicentina de Arruda, 38, uma mão segurando o guarda-chuva, a outra apertada em torno do pulso do sobrinho criança, reclamou, encolhida numa pedra: ‘Isto aqui é água com cocô. A gente paga à Sabesp para ter água e esgoto, mas o esgoto está totalmente entupido‘.
No auge das enchentes, a praça localizada na parte alta da rua Capachós tinha tendas da Defesa Civil, da PM e do Corpo de Bombeiros, uma barraca da Sabesp distribuindo água potável e até um trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, instalado lá para ajudar quem quisesse sair da várzea do Tietê a encontrar um novo imóvel. De tudo isso, ontem, só restava a base da PM.
Ontem, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) prometeu ajuda ao Rio de Janeiro em mantimentos, equipamentos e em funcionários da Defesa Civil. ‘A nossa equipe está bastante experiente‘, disse.
* A informação de "apareceu em todos os telejornais", conforme discutimos em aula, indica o impacto midiático, que depois sossegou e a rua voltou a encher. Mas é verdade também que o texto não chega a ressaltar essa relação, de modo que a expressão fica mais como elemento de coesão no parágrafo. Não seria perda muito grande suprimi-la.
* Não seria mau optar por somente uma das informações temporais em "Durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste".
* como o texto cortou a referência à bomba no início do 2o. parágrafo, daí então fica um pouco perdida a expressão "caminhão e bomba foram retirados", que aparece na sequência.
* Para encurtar no nível da frase, "voltasse a ser tomada pelas águas" poderia ser enxugada: "voltasse a encher".
* No 4o. parágrafo, não sei se funciona bem reduzir o início para "O novo" (em vez de "O dado novo"). Talvez se pudesse optar por "A novidade".
AULA 2 - Exercício de casa - Solução Nádia
Ontem, de novo, a rua Capachós, no Jardim Pantanal (zona leste de
São Paulo), encheu. Para quem não se lembra, a rua foi, durante
dois meses, entre o final do ano passado e início deste, a rua-símbolo das inundações causadas pela ocupação desordenada da várzea do rio Tietê.
A prefeitura havia instalado um caminhão com uma bomba d’água que sugava o líquido da rua e o lançava no rio. Na quartam passada, caminhão e bomba foram retirados. Segundo o subprefeito de São Miguel Paulista, Milton Persoli, para manutenção.
Bastaram 16 mm de chuva para que a rua, sem dragagem, voltasse a ser tomada pelas águas. O dado novo em relação à vez passada é que, agora, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão em férias. Quando se encerraram as aulas ontem,
viam-se pais e crianças tentando transpor o aguaceiro imundo.
A maioria dos alunos ganhou da prefeitura um caminho alternativo: uma passarela ligando a parte mais alta da rua Capachós à escola. O problema é que, entre os alunos, há os quem more exatamente na área alagada da rua _para eles, a passarela é inútil.
Vicentina de Arruda, 38, com seu sobrinho Pedro, 9, reclamou encolhida sobre uma pedra na calçada: ‘Isto aqui é água com cocô. A gente paga à Sabesp para ter água e esgoto, mas o esgoto está totalmente entupido.‘
No auge do drama no Jardim Pantanal, a praça na parte alta da rua Capachós tinha uma tenda da Defesa Civil, outra da PM e do Corpo de Bombeiros, uma barraca da Sabesp distribuindo água potável e até um trailer do Conse&lho Regional de Corretores de
Imóveis, instalado a pretexto de ajudar as pessoas que quisessem sair da várzea do Tietê e encontrar um imóvel para alugar.Ontem, só restava a base da PM.
Segundo o subprefeito, ‘a empresa que fornece a bomba d’água garantiu que ainda nesta semana voltará a fazer a dragagem’.
O prefeito Gilberto Kassab (DEM) ofereceu ontem ajuda ao Rio de Janeiro, que, segundo ele, poderá ser até em funcionários da Defesa Civil. ‘A nossa equipe está bastante experiente‘, disse.
* "Para quem não se lembra" é uma apresentação reórica (se estou lendo e continuo a leitura, quero me informar, lembrando ou não dos fatos anteriores).
* Não seria mau optar por somente uma das informações temporais em "Durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste".
* Economiza pouquinho, mas "a rua-símbolo" poderia ser reduzida para "símbolo";
* Se é para economizar caracteres, penso que o caminhão não é o mais importante: não se poderia ir direto para "bomba d'água" em "um caminhão munido de bomba d'água"? Isso depois permite economizar em "caminhão e bomba foram retirados" (a bomba foi retirada).
* Para encurtar no nível da frase, "voltasse a ser tomada pelas águas" poderia ser enxugada: "voltasse a encher".
* No terceiro parágrafo, talvez não faça muita falta a explicação do dado novo ("em relação às cheias da virada do ano"). Já se sabe que é dado novo e informa-se que agora os alunos não estão em férias; acho que basta.
* Seria possível encurtar (e tornar mais direta e clara) a frase "O problema é que, entre os alunos, há os que moram exatamente na área alagada da rua - para eles, a passarela é inútil" para algo como "O problema é que a passarela é inútil para os alunos que moram na área alagada da rua".
* Se é para cortar, então "drama" poderia sumir em "no auge do drama das enchentes" (6o. parágrafo)
* Que tal passar a faca em "instalado lá a pretexto de ajudar as pessoas que quisessem sair da várzea do Tietê a encontrar um imóvel para alugar"? Poderia resultar em algo como "instalado sob pretexto de ajudar quem quisesse deixar a várzea do Tietê".
São Paulo), encheu. Para quem não se lembra, a rua foi, durante
dois meses, entre o final do ano passado e início deste, a rua-símbolo das inundações causadas pela ocupação desordenada da várzea do rio Tietê.
A prefeitura havia instalado um caminhão com uma bomba d’água que sugava o líquido da rua e o lançava no rio. Na quartam passada, caminhão e bomba foram retirados. Segundo o subprefeito de São Miguel Paulista, Milton Persoli, para manutenção.
Bastaram 16 mm de chuva para que a rua, sem dragagem, voltasse a ser tomada pelas águas. O dado novo em relação à vez passada é que, agora, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão em férias. Quando se encerraram as aulas ontem,
viam-se pais e crianças tentando transpor o aguaceiro imundo.
A maioria dos alunos ganhou da prefeitura um caminho alternativo: uma passarela ligando a parte mais alta da rua Capachós à escola. O problema é que, entre os alunos, há os quem more exatamente na área alagada da rua _para eles, a passarela é inútil.
Vicentina de Arruda, 38, com seu sobrinho Pedro, 9, reclamou encolhida sobre uma pedra na calçada: ‘Isto aqui é água com cocô. A gente paga à Sabesp para ter água e esgoto, mas o esgoto está totalmente entupido.‘
No auge do drama no Jardim Pantanal, a praça na parte alta da rua Capachós tinha uma tenda da Defesa Civil, outra da PM e do Corpo de Bombeiros, uma barraca da Sabesp distribuindo água potável e até um trailer do Conse&lho Regional de Corretores de
Imóveis, instalado a pretexto de ajudar as pessoas que quisessem sair da várzea do Tietê e encontrar um imóvel para alugar.Ontem, só restava a base da PM.
Segundo o subprefeito, ‘a empresa que fornece a bomba d’água garantiu que ainda nesta semana voltará a fazer a dragagem’.
O prefeito Gilberto Kassab (DEM) ofereceu ontem ajuda ao Rio de Janeiro, que, segundo ele, poderá ser até em funcionários da Defesa Civil. ‘A nossa equipe está bastante experiente‘, disse.
* "Para quem não se lembra" é uma apresentação reórica (se estou lendo e continuo a leitura, quero me informar, lembrando ou não dos fatos anteriores).
* Não seria mau optar por somente uma das informações temporais em "Durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste".
* Economiza pouquinho, mas "a rua-símbolo" poderia ser reduzida para "símbolo";
* Se é para economizar caracteres, penso que o caminhão não é o mais importante: não se poderia ir direto para "bomba d'água" em "um caminhão munido de bomba d'água"? Isso depois permite economizar em "caminhão e bomba foram retirados" (a bomba foi retirada).
* Para encurtar no nível da frase, "voltasse a ser tomada pelas águas" poderia ser enxugada: "voltasse a encher".
* No terceiro parágrafo, talvez não faça muita falta a explicação do dado novo ("em relação às cheias da virada do ano"). Já se sabe que é dado novo e informa-se que agora os alunos não estão em férias; acho que basta.
* Seria possível encurtar (e tornar mais direta e clara) a frase "O problema é que, entre os alunos, há os que moram exatamente na área alagada da rua - para eles, a passarela é inútil" para algo como "O problema é que a passarela é inútil para os alunos que moram na área alagada da rua".
* Se é para cortar, então "drama" poderia sumir em "no auge do drama das enchentes" (6o. parágrafo)
* Que tal passar a faca em "instalado lá a pretexto de ajudar as pessoas que quisessem sair da várzea do Tietê a encontrar um imóvel para alugar"? Poderia resultar em algo como "instalado sob pretexto de ajudar quem quisesse deixar a várzea do Tietê".
AULA 2 - Exercício de casa - Solução Elton
Ontem, de novo, a rua Capachós, no Jardim Pantanal (zona leste de São Paulo), encheu. Ela foi, entre o final do ano passado e início deste, a rua-símbolo das inundações causadas pela ocupação desordenada da várzea do rio Tietê.
A prefeitura até já tinha conseguido resolver o problema. Instalou um caminhão munido de bomba d’água.
Na quarta-feira passada, antes do feriado de Páscoa, caminhão e bomba foram retirados. Bastaram, contudo, 16 mm de chuva (média do Centro de Gerenciamento de Emergências até as 13h de ontem) para que a rua Capachós, de novo sem dragagem, voltasse a ser tomada pelas águas.
O dado novo em relação às cheias da virada do ano é que, agora, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão mais em férias. Às 18h15 de ontem, viam-se pais e crianças em seus uniformes azuis tentando transpor o aguaceiro imundo.
A maioria dos alunos ganhou da prefeitura um caminho alternativo: a passarela de metal e madeirite com mais de 300 metros ligando a parte mais alta da rua Capachós à escola.
O problema é que, entre os alunos, há os que moram exatamente na área alagada da rua -para eles, a passarela é inútil.
Vicentina de Arruda, 38, uma mão segurando o guarda-chuva, a outra apertada em torno do pulso do sobrinho Pedro, 9, reclamou encolhida sobre uma pedra na calçada: ‘Isto aqui é água com cocô.‘
No auge do drama das enchentes no Jardim Pantanal, a praça localizada na parte alta da rua Capachós tinha uma tenda da Defesa Civil, outra da PM e do Corpo de Bombeiros (em que se viam veículos anfíbios), uma barraca da Sabesp e até um trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis.
Desse aparato todo, ontem, só restava a base da PM.
Ontem, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) ofereceu ajuda ao Rio de Janeiro. ‘A nossa equipe está bastante experiente‘, disse.
* Economiza pouquinho, mas "a rua-símbolo" poderia ser reduzida para "símbolo";
* Se é para economizar caracteres, penso que o caminhão não é o mais importante: não se poderia ir direto para "bomba d'água" em "um caminhão munido de bomba d'água"? Isso depois permite economizar em "caminhão e bomba foram retirados" (a bomba foi retirada).
* Faz falta a menção "antes do feriado de Páscoa"?
* Ainda para encurtar no nível da frase, "voltasse a ser tomada pelas águas" poderia ser enxugada: "voltasse a encher".
* No quarto parágrafo, talvez não faça muita falta a explicação do dado novo ("em relação às cheias da virada do ano"). Já se sabe que é dado novo e informa-se que agora os alunos não estão em férias; acho que basta.
* Seria possível encurtar (e tornar mais direta e clara) a frase "O problema é que, entre os alunos, há os que moram exatamente na área alagada da rua - para eles, a passarela é inútil" para algo como "O problema é que a passarela é inútil para os alunos que moram na área alagada da rua".
* Se é para cortar, então "drama" poderia sumir em "no auge do drama das enchentes" (6o. parágrafo); o mesmo para "localizada" em "localizada na parte alta da rua Capachós"
* se se corta o objetivo do trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, talvez seja melhor cortar toda menção a esse trailer, para que o leitor não fique com uma lacuna de informação (o que estaria fazendo lá, ao lado de trailers de órgãos públicos?)
A prefeitura até já tinha conseguido resolver o problema. Instalou um caminhão munido de bomba d’água.
Na quarta-feira passada, antes do feriado de Páscoa, caminhão e bomba foram retirados. Bastaram, contudo, 16 mm de chuva (média do Centro de Gerenciamento de Emergências até as 13h de ontem) para que a rua Capachós, de novo sem dragagem, voltasse a ser tomada pelas águas.
O dado novo em relação às cheias da virada do ano é que, agora, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão mais em férias. Às 18h15 de ontem, viam-se pais e crianças em seus uniformes azuis tentando transpor o aguaceiro imundo.
A maioria dos alunos ganhou da prefeitura um caminho alternativo: a passarela de metal e madeirite com mais de 300 metros ligando a parte mais alta da rua Capachós à escola.
O problema é que, entre os alunos, há os que moram exatamente na área alagada da rua -para eles, a passarela é inútil.
Vicentina de Arruda, 38, uma mão segurando o guarda-chuva, a outra apertada em torno do pulso do sobrinho Pedro, 9, reclamou encolhida sobre uma pedra na calçada: ‘Isto aqui é água com cocô.‘
No auge do drama das enchentes no Jardim Pantanal, a praça localizada na parte alta da rua Capachós tinha uma tenda da Defesa Civil, outra da PM e do Corpo de Bombeiros (em que se viam veículos anfíbios), uma barraca da Sabesp e até um trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis.
Desse aparato todo, ontem, só restava a base da PM.
Ontem, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) ofereceu ajuda ao Rio de Janeiro. ‘A nossa equipe está bastante experiente‘, disse.
* Economiza pouquinho, mas "a rua-símbolo" poderia ser reduzida para "símbolo";
* Se é para economizar caracteres, penso que o caminhão não é o mais importante: não se poderia ir direto para "bomba d'água" em "um caminhão munido de bomba d'água"? Isso depois permite economizar em "caminhão e bomba foram retirados" (a bomba foi retirada).
* Faz falta a menção "antes do feriado de Páscoa"?
* Ainda para encurtar no nível da frase, "voltasse a ser tomada pelas águas" poderia ser enxugada: "voltasse a encher".
* No quarto parágrafo, talvez não faça muita falta a explicação do dado novo ("em relação às cheias da virada do ano"). Já se sabe que é dado novo e informa-se que agora os alunos não estão em férias; acho que basta.
* Seria possível encurtar (e tornar mais direta e clara) a frase "O problema é que, entre os alunos, há os que moram exatamente na área alagada da rua - para eles, a passarela é inútil" para algo como "O problema é que a passarela é inútil para os alunos que moram na área alagada da rua".
* Se é para cortar, então "drama" poderia sumir em "no auge do drama das enchentes" (6o. parágrafo); o mesmo para "localizada" em "localizada na parte alta da rua Capachós"
* se se corta o objetivo do trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, talvez seja melhor cortar toda menção a esse trailer, para que o leitor não fique com uma lacuna de informação (o que estaria fazendo lá, ao lado de trailers de órgãos públicos?)
AULA 2 - Exercício de casa - Solução Aline
Rua no Jardim Pantanal volta a alagar
Após prefeitura retirar a bomba d'água que drenava o local, rua-símbolo das inundações do verão sofre nova enchente
Segundo o subprefeito da área, a bomba foi retirada para manutenção; base da Defesa Civil também não está mais no local
Ontem, de novo, a rua Capachós, no Jardim Pantanal (zona leste de São Paulo), encheu. Para quem não se lembra, a Capachós foi, durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste, a rua-símbolo das inundações causadas pela ocupação desordenada da várzea do rio Tietê.
A prefeitura até já tinha conseguido resolver o problema. Instalou um caminhão munido de bomba d'água que sugava o líquido da rua e o lançava no leito do rio, a poucos metros de onde o calçamento termina.
Na quarta-feira passada, antes do feriado de Páscoa, caminhão e bomba foram retirados. Segundo o subprefeito de São Miguel Paulista, Milton Persoli, responsável pela área, "para que fosse feita manutenção".
O dado novo em relação às cheias da virada do ano é que, agora, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão mais em férias.
A maioria dos alunos ganhou da prefeitura um caminho alternativo: a passarela de metal e madeirite com mais de 300 metros ligando a parte mais alta da rua Capachós à escola.
O problema é que, entre os alunos, há os que moram exatamente na área alagada da rua -para eles, a passarela é inútil.
No auge do drama das enchentes no Jardim Pantanal, a praça localizada na parte alta da rua Capachós tinha uma tenda da Defesa Civil, outra da PM e do Corpo de Bombeiros (em que se viam veículos anfíbios), uma barraca da Sabesp distribuindo água potável e até um trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, instalado lá a pretexto de ajudar as pessoas que quisessem sair da várzea do Tietê a encontrar um imóvel para alugar.
Desse aparato todo, ontem, só restava a base da PM. Segundo o subprefeito Miguel Persoli, "a empresa que fornece a bomba d'água garantiu que ainda nesta semana voltará a fazer a dragagem da rua".
Ontem, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) ofereceu ajuda ao Rio de Janeiro. Segundo Kassab, o auxílio poderá ser em mantimentos, equipamentos e até em funcionários da Defesa Civil. "A nossa equipe está bastante experiente", disse.
* "Para quem não se lembra" é uma apresentação reórica (se estou lendo e continuo a leitura, quero me informar, lembrando ou não dos fatos anteriores).
* Não seria mau optar por somente uma das informações temporais em "Durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste".
* Economiza pouquinho, mas "a rua-símbolo" poderia ser reduzida para "símbolo".
* Se é para economizar caracteres, penso que o caminhão não é o mais importante: não se poderia ir direto para "bomba d'água" em "um caminhão munido de bomba d'água"? Isso depois permite economizar em "caminhão e bomba foram retirados" (a bomba foi retirada).
* Faz falta a menção "antes do feriado de Páscoa"?
* "para que fosse feita manutenção" (2o. parágrafo) poderia ser enxugado: "para manutenção".
* No quarto parágrafo, talvez não faça muita falta a explicação do dado novo ("em relação às cheias da virada do ano"). Já se sabe que é dado novo e informa-se que agora os alunos não estão em férias; acho que basta. Por outro lado, como não aparece em seu texto a menção aos 16mm de chuva do dia anterior, que provocaram o novo alagamento, penso que se poderia incluir algo disso aqui, para reforçar a notícia principal (novo alagmento): O dado novo no alagamento de ontem é que os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão mais em férias.
* Seria possível encurtar (e tornar mais direta e clara) a frase "O problema é que, entre os alunos, há os que moram exatamente na área alagada da rua - para eles, a passarela é inútil" para algo como "O problema é que a passarela é inútil para os alunos que moram na área alagada da rua".
* Se é para cortar, então "drama" poderia sumir em "no auge do drama das enchentes" (7o. parágrafo); o mesmo para "localizada" em "localizada na parte alta da rua Capachós"
Após prefeitura retirar a bomba d'água que drenava o local, rua-símbolo das inundações do verão sofre nova enchente
Segundo o subprefeito da área, a bomba foi retirada para manutenção; base da Defesa Civil também não está mais no local
Ontem, de novo, a rua Capachós, no Jardim Pantanal (zona leste de São Paulo), encheu. Para quem não se lembra, a Capachós foi, durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste, a rua-símbolo das inundações causadas pela ocupação desordenada da várzea do rio Tietê.
A prefeitura até já tinha conseguido resolver o problema. Instalou um caminhão munido de bomba d'água que sugava o líquido da rua e o lançava no leito do rio, a poucos metros de onde o calçamento termina.
Na quarta-feira passada, antes do feriado de Páscoa, caminhão e bomba foram retirados. Segundo o subprefeito de São Miguel Paulista, Milton Persoli, responsável pela área, "para que fosse feita manutenção".
O dado novo em relação às cheias da virada do ano é que, agora, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão mais em férias.
A maioria dos alunos ganhou da prefeitura um caminho alternativo: a passarela de metal e madeirite com mais de 300 metros ligando a parte mais alta da rua Capachós à escola.
O problema é que, entre os alunos, há os que moram exatamente na área alagada da rua -para eles, a passarela é inútil.
No auge do drama das enchentes no Jardim Pantanal, a praça localizada na parte alta da rua Capachós tinha uma tenda da Defesa Civil, outra da PM e do Corpo de Bombeiros (em que se viam veículos anfíbios), uma barraca da Sabesp distribuindo água potável e até um trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, instalado lá a pretexto de ajudar as pessoas que quisessem sair da várzea do Tietê a encontrar um imóvel para alugar.
Desse aparato todo, ontem, só restava a base da PM. Segundo o subprefeito Miguel Persoli, "a empresa que fornece a bomba d'água garantiu que ainda nesta semana voltará a fazer a dragagem da rua".
Ontem, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) ofereceu ajuda ao Rio de Janeiro. Segundo Kassab, o auxílio poderá ser em mantimentos, equipamentos e até em funcionários da Defesa Civil. "A nossa equipe está bastante experiente", disse.
* "Para quem não se lembra" é uma apresentação reórica (se estou lendo e continuo a leitura, quero me informar, lembrando ou não dos fatos anteriores).
* Não seria mau optar por somente uma das informações temporais em "Durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste".
* Economiza pouquinho, mas "a rua-símbolo" poderia ser reduzida para "símbolo".
* Se é para economizar caracteres, penso que o caminhão não é o mais importante: não se poderia ir direto para "bomba d'água" em "um caminhão munido de bomba d'água"? Isso depois permite economizar em "caminhão e bomba foram retirados" (a bomba foi retirada).
* Faz falta a menção "antes do feriado de Páscoa"?
* "para que fosse feita manutenção" (2o. parágrafo) poderia ser enxugado: "para manutenção".
* No quarto parágrafo, talvez não faça muita falta a explicação do dado novo ("em relação às cheias da virada do ano"). Já se sabe que é dado novo e informa-se que agora os alunos não estão em férias; acho que basta. Por outro lado, como não aparece em seu texto a menção aos 16mm de chuva do dia anterior, que provocaram o novo alagamento, penso que se poderia incluir algo disso aqui, para reforçar a notícia principal (novo alagmento): O dado novo no alagamento de ontem é que os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão mais em férias.
* Seria possível encurtar (e tornar mais direta e clara) a frase "O problema é que, entre os alunos, há os que moram exatamente na área alagada da rua - para eles, a passarela é inútil" para algo como "O problema é que a passarela é inútil para os alunos que moram na área alagada da rua".
* Se é para cortar, então "drama" poderia sumir em "no auge do drama das enchentes" (7o. parágrafo); o mesmo para "localizada" em "localizada na parte alta da rua Capachós"
AULA 2 - Exercício de casa - Solução Felipe
Rua no Jardim Pantanal volta a alagar
Após prefeitura retirar a bomba d'água que drenava o local, rua-símbolo das inundações do verão sofre nova enchente
Segundo o subprefeito da área, a bomba foi retirada para manutenção; base da Defesa Civil também não está mais no local
Depois de dois meses de inundações, entre o final do ano passado e início deste, a rua Capachós, no Jardim Pantanal (zona leste de São Paulo), voltou a encher.
Na última quarta, antes do feriado de Páscoa, a prefeitura retirou o caminhão com bomba d'água que havia instalado para sugar o líquido da rua e lançá-lo no leito do rio, a poucos metros de onde o calçamento termina.
Bastaram, contudo, 16 mm de chuva (média do Centro de Gerenciamento de Emergências até as 13h de ontem) para que a rua Capachós, novamente sem dragagem, voltasse a ser tomada pelas águas.
Nessa época do ano, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão mais em férias. Às 18h15 de ontem, quando se encerraram as aulas, pais e crianças tentavam transpor o aguaceiro.
A prefeitura criou um caminho alternativo: a passarela de metal e madeirite com mais de 300 metros ligando a parte mais alta da rua Capachós à escola e a um conjunto habitacional. O problema é que, para os alunos que moram exatamente na área alagada da rua, a passarela é inútil.
"Isto aqui é água com cocô. A gente paga à Sabesp para ter água e esgoto, mas o esgoto está totalmente entupido", reclamou Vicentina de Arruda, 38, que se encolheu em uma pedra na calçada com o sobrinho Pedro, 9.
Enchentes e manutenção
No auge do drama das enchentes no Jardim Pantanal, a praça localizada na parte alta da rua Capachós tinha uma tenda da Defesa Civil, outra da PM e do Corpo de Bombeiros (com veículos anfíbios), uma barraca da Sabesp distribuindo água potável e até um trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, instalado a pretexto de ajudar as pessoas que quisessem sair da várzea do Tietê a encontrar um imóvel para alugar. Desse aparato todo, ontem, só restava a base da PM.
Responsável pela área, o subprefeito de São Miguel Paulista, Milton Persoli, afirmou que a empresa responsável por fornecer a bomba d'água “garantiu que ainda nesta semana voltará a fazer a dragagem da rua”.O equipamento foi retirado, segundo ele, para manutenção.
* Tenho a impressão de que o "contudo", do 3o. parágrafo de seu texto, perde a função porque em sua versão suprimiu-se a frase "A prefeitura até já tinha conseguido resolver o problema".
* Se é para cortar, então "drama" poderia sumir em "no auge do drama das enchentes"; o mesmo para "localizada" em "localizada na parte alta da rua Capachós"
* Que tal passar a faca em "instalado lá a pretexto de ajudar as pessoas que quisessem sair da várzea do Tietê a encontrar um imóvel para alugar"? Poderia resultar em algo como "instalado sob pretexto de ajudar quem quisesse deixar a várzea do Tietê".
Após prefeitura retirar a bomba d'água que drenava o local, rua-símbolo das inundações do verão sofre nova enchente
Segundo o subprefeito da área, a bomba foi retirada para manutenção; base da Defesa Civil também não está mais no local
Depois de dois meses de inundações, entre o final do ano passado e início deste, a rua Capachós, no Jardim Pantanal (zona leste de São Paulo), voltou a encher.
Na última quarta, antes do feriado de Páscoa, a prefeitura retirou o caminhão com bomba d'água que havia instalado para sugar o líquido da rua e lançá-lo no leito do rio, a poucos metros de onde o calçamento termina.
Bastaram, contudo, 16 mm de chuva (média do Centro de Gerenciamento de Emergências até as 13h de ontem) para que a rua Capachós, novamente sem dragagem, voltasse a ser tomada pelas águas.
Nessa época do ano, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão mais em férias. Às 18h15 de ontem, quando se encerraram as aulas, pais e crianças tentavam transpor o aguaceiro.
A prefeitura criou um caminho alternativo: a passarela de metal e madeirite com mais de 300 metros ligando a parte mais alta da rua Capachós à escola e a um conjunto habitacional. O problema é que, para os alunos que moram exatamente na área alagada da rua, a passarela é inútil.
"Isto aqui é água com cocô. A gente paga à Sabesp para ter água e esgoto, mas o esgoto está totalmente entupido", reclamou Vicentina de Arruda, 38, que se encolheu em uma pedra na calçada com o sobrinho Pedro, 9.
Enchentes e manutenção
No auge do drama das enchentes no Jardim Pantanal, a praça localizada na parte alta da rua Capachós tinha uma tenda da Defesa Civil, outra da PM e do Corpo de Bombeiros (com veículos anfíbios), uma barraca da Sabesp distribuindo água potável e até um trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, instalado a pretexto de ajudar as pessoas que quisessem sair da várzea do Tietê a encontrar um imóvel para alugar. Desse aparato todo, ontem, só restava a base da PM.
Responsável pela área, o subprefeito de São Miguel Paulista, Milton Persoli, afirmou que a empresa responsável por fornecer a bomba d'água “garantiu que ainda nesta semana voltará a fazer a dragagem da rua”.O equipamento foi retirado, segundo ele, para manutenção.
* Tenho a impressão de que o "contudo", do 3o. parágrafo de seu texto, perde a função porque em sua versão suprimiu-se a frase "A prefeitura até já tinha conseguido resolver o problema".
* Se é para cortar, então "drama" poderia sumir em "no auge do drama das enchentes"; o mesmo para "localizada" em "localizada na parte alta da rua Capachós"
* Que tal passar a faca em "instalado lá a pretexto de ajudar as pessoas que quisessem sair da várzea do Tietê a encontrar um imóvel para alugar"? Poderia resultar em algo como "instalado sob pretexto de ajudar quem quisesse deixar a várzea do Tietê".
AULA 2 - Exercício de casa - Solução Marcos
Rua no Jardim Pantanal volta a alagar
Na tarde de ontem a rua Capachos, no Jardim Pantanal (zona leste de São Paulo) encheu novamente. O lugar já foi cenário de alagamentos em dezembro de 2009 e janeiro de 2010, principalmente por causa da ocupação desordenada da várzea do rio Tietê.
Para resolver o problema, à época, a prefeitura havia instalado um caminhão munido de uma bomba d´água que jogava a água da rua para o leito do rio.
O caminhão,porém, foi retirado na última quarta-feira. Segundo o subprefeito de São Miguel Paulista, Milton Persoli, “para que fosse feita manutenção.”
Com apenas 16mm de chuva (média do Centro de Gerenciamento Emergência até as 13h de ontem) a rua foi novamente inundada.
Às 18h15 de ontem crianças que saíam do CEU Três Pontes (na esquina da rua Capachós com rua Catulé) e seus pais eram obrigadas a transpor o aguaceiro imundo. Ao todo, a escola tem 1.543 alunos.
A maioria dos estudantes ganhou da prefeitura uma passarela de metal e madeirite com mais de 300 metros ligando a parte mais alta da rua à escola, passando pelo conjunto habitacional que tem prédios novinhos. Porém, para os alunos que moram na área alagada a passarela é inútil.
Vicentina de Arruda, 38, uma mão segurando o guarda-chuva, a outra apertada em torno do pulso do sobrinho Pedro, 9, reclamou encolhida sobre uma pedra na calçada: "Isto aqui é água com cocô. A gente paga à Sabesp para ter água e esgoto, mas o esgoto está totalmente entupido."
Em janeiro a rua Capachós tinha uma tenda da Defesa Civil, outra da PM e do Corpo de Bombeiros, uma barraca da Sabesp e um trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis. Ontem, só restava a base da PM.
Segundo o subprefeito Miguel Persoli, "a empresa que fornece a bomba d'água garantiu que ainda nesta semana voltará a fazer a dragagem da rua".
Ontem, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) ofereceu ajuda ao Rio de Janeiro. Segundo Kassab, o auxílio poderá ser em mantimentos, equipamentos e até em funcionários da Defesa Civil. "A nossa equipe está bastante experiente", disse
* Seria melhor acrescentar uma vírgula depois de "ontem" em "Na tarde de ontem a rua Capachos"
* No segundo período (1o. parágrafo), eu sugeriria uma estrutura ligeiramente simplificada: "O lugar já foi cenário de alagamentos em dezembro de 2009 e janeiro de 2010, causados principalmente pela ocupação desordenada...". Isso porque soa logicamente menos essencial a relação efeito-causa na sua frase ("O lugar já foi cenário ... principalmente por causa"). A relação realmente significativa é "alagamentos por causa".
* Se é para economizar caracteres, penso que o caminhão não é o mais importante: não se poderia ir direto para "bomba d'água" em "um caminhão munido de bomba d'água"? Isso depois permite economizar em "caminhão e bomba foram retirados" (a bomba foi retirada).
* "para que fosse feita manutenção" (2o. parágrafo) poderia ser enxugado: "para manutenção".
* No caso, a concordância no geral (masculino/plural) é necessária em "...crianças e seus pais eram obrigados".
* Na sua formulação do 5o. parágrafo, creio que a informação "Ao todo, a escola tem 1.543 alunos" ganhou um destaque -e um isolamento - que fazem perguntar qual é sua real função. A escola tem muita importância no texto?
* se se corta o objetivo do trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, talvez seja melhor cortar toda menção a esse trailer, para que o leitor não fique com uma lacuna de informação (o que estaria fazendo lá, ao lado de trailers de órgãos públicos?)
Na tarde de ontem a rua Capachos, no Jardim Pantanal (zona leste de São Paulo) encheu novamente. O lugar já foi cenário de alagamentos em dezembro de 2009 e janeiro de 2010, principalmente por causa da ocupação desordenada da várzea do rio Tietê.
Para resolver o problema, à época, a prefeitura havia instalado um caminhão munido de uma bomba d´água que jogava a água da rua para o leito do rio.
O caminhão,porém, foi retirado na última quarta-feira. Segundo o subprefeito de São Miguel Paulista, Milton Persoli, “para que fosse feita manutenção.”
Com apenas 16mm de chuva (média do Centro de Gerenciamento Emergência até as 13h de ontem) a rua foi novamente inundada.
Às 18h15 de ontem crianças que saíam do CEU Três Pontes (na esquina da rua Capachós com rua Catulé) e seus pais eram obrigadas a transpor o aguaceiro imundo. Ao todo, a escola tem 1.543 alunos.
A maioria dos estudantes ganhou da prefeitura uma passarela de metal e madeirite com mais de 300 metros ligando a parte mais alta da rua à escola, passando pelo conjunto habitacional que tem prédios novinhos. Porém, para os alunos que moram na área alagada a passarela é inútil.
Vicentina de Arruda, 38, uma mão segurando o guarda-chuva, a outra apertada em torno do pulso do sobrinho Pedro, 9, reclamou encolhida sobre uma pedra na calçada: "Isto aqui é água com cocô. A gente paga à Sabesp para ter água e esgoto, mas o esgoto está totalmente entupido."
Em janeiro a rua Capachós tinha uma tenda da Defesa Civil, outra da PM e do Corpo de Bombeiros, uma barraca da Sabesp e um trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis. Ontem, só restava a base da PM.
Segundo o subprefeito Miguel Persoli, "a empresa que fornece a bomba d'água garantiu que ainda nesta semana voltará a fazer a dragagem da rua".
Ontem, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) ofereceu ajuda ao Rio de Janeiro. Segundo Kassab, o auxílio poderá ser em mantimentos, equipamentos e até em funcionários da Defesa Civil. "A nossa equipe está bastante experiente", disse
* Seria melhor acrescentar uma vírgula depois de "ontem" em "Na tarde de ontem a rua Capachos"
* No segundo período (1o. parágrafo), eu sugeriria uma estrutura ligeiramente simplificada: "O lugar já foi cenário de alagamentos em dezembro de 2009 e janeiro de 2010, causados principalmente pela ocupação desordenada...". Isso porque soa logicamente menos essencial a relação efeito-causa na sua frase ("O lugar já foi cenário ... principalmente por causa"). A relação realmente significativa é "alagamentos por causa".
* Se é para economizar caracteres, penso que o caminhão não é o mais importante: não se poderia ir direto para "bomba d'água" em "um caminhão munido de bomba d'água"? Isso depois permite economizar em "caminhão e bomba foram retirados" (a bomba foi retirada).
* "para que fosse feita manutenção" (2o. parágrafo) poderia ser enxugado: "para manutenção".
* No caso, a concordância no geral (masculino/plural) é necessária em "...crianças e seus pais eram obrigados".
* Na sua formulação do 5o. parágrafo, creio que a informação "Ao todo, a escola tem 1.543 alunos" ganhou um destaque -e um isolamento - que fazem perguntar qual é sua real função. A escola tem muita importância no texto?
* se se corta o objetivo do trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, talvez seja melhor cortar toda menção a esse trailer, para que o leitor não fique com uma lacuna de informação (o que estaria fazendo lá, ao lado de trailers de órgãos públicos?)
AULA 2 - Exercício de casa - Solução Filipe
Ontem, de novo, a rua Capachós, no Jardim Pantanal (zona leste de São Paulo), encheu. Ela foi, durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste, símbolo das inundações causadas pela ocupação desordenada da várzea do Tietê. Apareceu em todos os telejornais -intransitável, um caldo espesso de esgoto misturado a águas.
A prefeitura até já tinha conseguido resolver o problema. Um caminhão com bomba d'água sugava o líquido da rua e o lançava no rio.
Na quarta-feira antes da Páscoa, caminhão e bomba foram retirados. Segundo o subprefeito de São Miguel Paulista, Milton Persoli, responsável pela área, "para que fosse feita manutenção".
Bastaram, contudo, 16 mm de chuva (média do Centro de Gerenciamento de Emergências até as 13h) para que a rua Capachos voltasse a ser tomada pelas águas.
O novo é que, agora, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão em férias. Às 18h15, quando se encerraram as aulas, viam-se pais e crianças tentando transpor o aguaceiro.
Os alunos ganharam um caminho alternativo: a passarela de metal e madeirite com mais de 300 metros ligando a parte mais alta da rua Capachós à escola, passando pelo conjunto habitacional com prédios novinhos.
O problema é que há os alunos que moram exatamente na área alagada da rua -para eles, a passarela é inútil.
Vicentina de Arruda, 38, mão apertada em torno do pulso do sobrinho Pedro, 9, reclamou encolhida: "Isto aqui é água com cocô. A gente paga à Sabesp para ter água e esgoto, mas o esgoto está totalmente entupido."
No auge das enchentes, a praça na parte alta da rua Capachós tinha uma tenda da Defesa Civil, outra da PM e do Corpo de Bombeiros, uma barraca da Sabesp distribuindo água potável e até um trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, a pretexto de ajudar quem quisesse um imóvel para alugar.
Ontem, só restava a base da PM. Segundo o subprefeito Miguel Persoli, "a empresa que fornece a bomba d'água garantiu que ainda nesta semana voltará a fazer a dragagem da rua".
* Não seria mau optar por somente uma das informações temporais em "Durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste".
* A informação de "apareceu em todos os telejornais", conforme discutimos em aula, indica o impacto midiático, que depois sossegou e a rua voltou a encher. Mas é verdade também que o texto não chega a ressaltar essa relação, de modo que a expressão fica mais como elemento de coesão no parágrafo. Não seria perda muito grande suprimi-la.
* Se é para economizar caracteres, penso que o caminhão não é o mais importante: não se poderia ir direto para "bomba d'água" em "um caminhão munido de bomba d'água"? Isso depois permite economizar em "caminhão e bomba foram retirados" (a bomba foi retirada).
* Faz falta a menção "antes do feriado de Páscoa"?
* "para que fosse feita manutenção" (3o. parágrafo) poderia ser enxugado: "para manutenção".
* Ainda para encurtar no nível da frase, "voltasse a ser tomada pelas águas" poderia ser enxugada: "voltasse a encher".
* A substituição de "O dado novo" para "O novo" não me pareceu vantagem, ainda que economize alguns caracteres. Nesse caso, faria mais sentido "A novidade".
* Seria possível encurtar (e tornar mais direta e clara) a frase "O problema é que há os alunos que moram exatamente na área alagada da rua -para eles, a passarela é inútil"" para algo como "O problema é que a passarela é inútil para os alunos que moram na área alagada da rua".
* "reclamou encolhida" deixa na dúvida por que a personagem estaria encolhida. Se é para manter a descrição, talvez seja necessária a formulação original "reclamou encolhidasobre uma pedra na calçada".
* Na tentativa de encurtar "a pretexto de ajudar as pessoas que quisessem sair da várzea do Tietê e encontrar um imóvel para alugar", seu texto propõe: "a pretexto de ajudar quem quisesse um imóvel para alugar". A redução de "quem quisesse" é ótima, mas pode parecer que o objetivo era alugar imóveis na rua Capachós. Talvez fosse melhor ficar com a outra parte da frase: "a pretexto de ajudar quem quisesse sair da várzea do Tietê
A prefeitura até já tinha conseguido resolver o problema. Um caminhão com bomba d'água sugava o líquido da rua e o lançava no rio.
Na quarta-feira antes da Páscoa, caminhão e bomba foram retirados. Segundo o subprefeito de São Miguel Paulista, Milton Persoli, responsável pela área, "para que fosse feita manutenção".
Bastaram, contudo, 16 mm de chuva (média do Centro de Gerenciamento de Emergências até as 13h) para que a rua Capachos voltasse a ser tomada pelas águas.
O novo é que, agora, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão em férias. Às 18h15, quando se encerraram as aulas, viam-se pais e crianças tentando transpor o aguaceiro.
Os alunos ganharam um caminho alternativo: a passarela de metal e madeirite com mais de 300 metros ligando a parte mais alta da rua Capachós à escola, passando pelo conjunto habitacional com prédios novinhos.
O problema é que há os alunos que moram exatamente na área alagada da rua -para eles, a passarela é inútil.
Vicentina de Arruda, 38, mão apertada em torno do pulso do sobrinho Pedro, 9, reclamou encolhida: "Isto aqui é água com cocô. A gente paga à Sabesp para ter água e esgoto, mas o esgoto está totalmente entupido."
No auge das enchentes, a praça na parte alta da rua Capachós tinha uma tenda da Defesa Civil, outra da PM e do Corpo de Bombeiros, uma barraca da Sabesp distribuindo água potável e até um trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, a pretexto de ajudar quem quisesse um imóvel para alugar.
Ontem, só restava a base da PM. Segundo o subprefeito Miguel Persoli, "a empresa que fornece a bomba d'água garantiu que ainda nesta semana voltará a fazer a dragagem da rua".
* Não seria mau optar por somente uma das informações temporais em "Durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste".
* A informação de "apareceu em todos os telejornais", conforme discutimos em aula, indica o impacto midiático, que depois sossegou e a rua voltou a encher. Mas é verdade também que o texto não chega a ressaltar essa relação, de modo que a expressão fica mais como elemento de coesão no parágrafo. Não seria perda muito grande suprimi-la.
* Se é para economizar caracteres, penso que o caminhão não é o mais importante: não se poderia ir direto para "bomba d'água" em "um caminhão munido de bomba d'água"? Isso depois permite economizar em "caminhão e bomba foram retirados" (a bomba foi retirada).
* Faz falta a menção "antes do feriado de Páscoa"?
* "para que fosse feita manutenção" (3o. parágrafo) poderia ser enxugado: "para manutenção".
* Ainda para encurtar no nível da frase, "voltasse a ser tomada pelas águas" poderia ser enxugada: "voltasse a encher".
* A substituição de "O dado novo" para "O novo" não me pareceu vantagem, ainda que economize alguns caracteres. Nesse caso, faria mais sentido "A novidade".
* Seria possível encurtar (e tornar mais direta e clara) a frase "O problema é que há os alunos que moram exatamente na área alagada da rua -para eles, a passarela é inútil"" para algo como "O problema é que a passarela é inútil para os alunos que moram na área alagada da rua".
* "reclamou encolhida" deixa na dúvida por que a personagem estaria encolhida. Se é para manter a descrição, talvez seja necessária a formulação original "reclamou encolhidasobre uma pedra na calçada".
* Na tentativa de encurtar "a pretexto de ajudar as pessoas que quisessem sair da várzea do Tietê e encontrar um imóvel para alugar", seu texto propõe: "a pretexto de ajudar quem quisesse um imóvel para alugar". A redução de "quem quisesse" é ótima, mas pode parecer que o objetivo era alugar imóveis na rua Capachós. Talvez fosse melhor ficar com a outra parte da frase: "a pretexto de ajudar quem quisesse sair da várzea do Tietê
AULA 2 - Exercício de casa - Solução Carolina
Ontem, de novo, a rua Capachós, no Jardim Pantanal (zona leste de São Paulo), encheu. Para quem não se lembra, a Capachós foi, durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste, a rua-símbolo das inundações causadas pela ocupação desordenada da várzea do rio Tietê. Apareceu em todos os telejornais -intransitável, tomada por um caldo espesso de esgoto misturado a águas de chuva e de rio.
A prefeitura instalou um caminhão munido de bomba d'água que sugava o líquido da rua e o lançava no leito do rio, a poucos metros de onde o calçamento termina.
Na quarta-feira passada, antes do feriado de Páscoa, caminhão e bomba foram retirados. Segundo o subprefeito de São Miguel Paulista, Milton Persoli, responsável pela área, "para que fosse feita manutenção".
Bastaram, contudo, 16 mm de chuva (média do Centro de Gerenciamento de Emergências até as 13h de ontem) para que a rua Capachós, de novo sem dragagem, voltasse a ser tomada pelas águas.
O dado novo em relação às cheias da virada do ano é que, agora, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão mais em férias. Às 18h15 de ontem, quando se encerraram as aulas, viam-se pais e crianças tentando transpor o aguaceiro imundo.
A maioria dos alunos ganhou da prefeitura um caminho alternativo: a passarela com mais de 300 metros ligando a parte mais alta da rua Capachós à escola. O problema é que, entre os alunos, há os que moram exatamente na área alagada da rua -para eles, a passarela é inútil.
Vicentina de Arruda, 38, uma mão segurando o guarda-chuva, a outra apertada em torno do pulso do sobrinho Pedro, 9, reclamou encolhida sobre uma pedra na calçada: "Isto aqui é água com cocô. A gente paga à Sabesp para ter água e esgoto, mas o esgoto está totalmente entupido."
No auge do drama das enchentes no Jardim Pantanal, a rua Capachós tinha uma tenda da Defesa Civil, da PM, do Corpo de Bombeiros e da Sabesp.
Ontem, só restava a base da PM. Segundo o subprefeito Miguel Persoli, "a empresa que fornece a bomba d'água garantiu que ainda nesta semana voltará a fazer a dragagem da rua".
* "Para quem não se lembra" é uma apresentação reórica (se estou lendo e continuo a leitura, quero me informar, lembrando ou não dos fatos anteriores).
* A informação de "apareceu em todos os telejornais", conforme discutimos em aula, indica o impacto midiático, que depois sossegou e a rua voltou a encher. Mas é verdade também que o texto não chega a ressaltar essa relação, de modo que a expressão fica mais como elemento de coesão no parágrafo. Não seria perda muito grande suprimi-la.
* Não seria mau optar por somente uma das informações temporais em "Durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste".
* Economiza pouquinho, mas "a rua-símbolo" poderia ser reduzida para "símbolo";
* No segundo parágrafo, está certo que o caminhão não era exatamente "solução" (pequena ironia do texto original), mas será que retirar essa menção não deixa o leitor na dúvida sobre o resultado da bomba (funciona/não funciona)?
* Faz falta a menção "antes do feriado de Páscoa"?
* "para que fosse feita manutenção" (2o. parágrafo) poderia ser enxugado: "para manutenção".
* No quinto parágrafo, talvez não faça muita falta a explicação do dado novo ("em relação às cheias da virada do ano"). Já se sabe que é dado novo e informa-se que agora os alunos não estão em férias; acho que basta.
* Seria possível encurtar (e tornar mais direta e clara) a frase "O problema é que, entre os alunos, há os que moram exatamente na área alagada da rua -para eles, a passarela é inútil" para algo como "O problema é que a passarela é inútil para os alunos que moram na área alagada da rua".
* Se é para cortar, então "drama" poderia sumir em "no auge do drama das enchentes" (6o. parágrafo); o mesmo para "localizada" em "localizada na parte alta da rua Capachós"
A prefeitura instalou um caminhão munido de bomba d'água que sugava o líquido da rua e o lançava no leito do rio, a poucos metros de onde o calçamento termina.
Na quarta-feira passada, antes do feriado de Páscoa, caminhão e bomba foram retirados. Segundo o subprefeito de São Miguel Paulista, Milton Persoli, responsável pela área, "para que fosse feita manutenção".
Bastaram, contudo, 16 mm de chuva (média do Centro de Gerenciamento de Emergências até as 13h de ontem) para que a rua Capachós, de novo sem dragagem, voltasse a ser tomada pelas águas.
O dado novo em relação às cheias da virada do ano é que, agora, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão mais em férias. Às 18h15 de ontem, quando se encerraram as aulas, viam-se pais e crianças tentando transpor o aguaceiro imundo.
A maioria dos alunos ganhou da prefeitura um caminho alternativo: a passarela com mais de 300 metros ligando a parte mais alta da rua Capachós à escola. O problema é que, entre os alunos, há os que moram exatamente na área alagada da rua -para eles, a passarela é inútil.
Vicentina de Arruda, 38, uma mão segurando o guarda-chuva, a outra apertada em torno do pulso do sobrinho Pedro, 9, reclamou encolhida sobre uma pedra na calçada: "Isto aqui é água com cocô. A gente paga à Sabesp para ter água e esgoto, mas o esgoto está totalmente entupido."
No auge do drama das enchentes no Jardim Pantanal, a rua Capachós tinha uma tenda da Defesa Civil, da PM, do Corpo de Bombeiros e da Sabesp.
Ontem, só restava a base da PM. Segundo o subprefeito Miguel Persoli, "a empresa que fornece a bomba d'água garantiu que ainda nesta semana voltará a fazer a dragagem da rua".
* "Para quem não se lembra" é uma apresentação reórica (se estou lendo e continuo a leitura, quero me informar, lembrando ou não dos fatos anteriores).
* A informação de "apareceu em todos os telejornais", conforme discutimos em aula, indica o impacto midiático, que depois sossegou e a rua voltou a encher. Mas é verdade também que o texto não chega a ressaltar essa relação, de modo que a expressão fica mais como elemento de coesão no parágrafo. Não seria perda muito grande suprimi-la.
* Não seria mau optar por somente uma das informações temporais em "Durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste".
* Economiza pouquinho, mas "a rua-símbolo" poderia ser reduzida para "símbolo";
* No segundo parágrafo, está certo que o caminhão não era exatamente "solução" (pequena ironia do texto original), mas será que retirar essa menção não deixa o leitor na dúvida sobre o resultado da bomba (funciona/não funciona)?
* Faz falta a menção "antes do feriado de Páscoa"?
* "para que fosse feita manutenção" (2o. parágrafo) poderia ser enxugado: "para manutenção".
* No quinto parágrafo, talvez não faça muita falta a explicação do dado novo ("em relação às cheias da virada do ano"). Já se sabe que é dado novo e informa-se que agora os alunos não estão em férias; acho que basta.
* Seria possível encurtar (e tornar mais direta e clara) a frase "O problema é que, entre os alunos, há os que moram exatamente na área alagada da rua -para eles, a passarela é inútil" para algo como "O problema é que a passarela é inútil para os alunos que moram na área alagada da rua".
* Se é para cortar, então "drama" poderia sumir em "no auge do drama das enchentes" (6o. parágrafo); o mesmo para "localizada" em "localizada na parte alta da rua Capachós"
AULA 2 - Exercício de casa - Solução Luiz Gustavo
Ontem, de novo, a rua Capachós, no Jardim Pantanal (zona leste de São Paulo), encheu. A rua foi, durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste, símbolo das inundações causadas pela ocupação desordenada da várzea do rio Tietê. A prefeitura instalou um caminhão munido de bomba d'água que sugava o líquido da rua e o lançava no leito do rio, a poucos metros de onde o calçamento termina.
Na quarta-feira passada, antes do feriado de Páscoa, caminhão e bomba foram retirados. Segundo o subprefeito de São Miguel Paulista, Milton Persoli, responsável pela área, "para que fosse feita manutenção".
Bastaram, contudo, 16 mm de chuva (média do Centro de Gerenciamento de Emergências até as 13h de ontem) para que a rua Capachós, de novo sem dragagem, voltasse a ser tomada pelas águas.
O dado novo em relação às cheias da virada do ano é que, agora, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão mais em férias. Às 18h15 de ontem, quando se encerraram as aulas, viam-se pais e crianças tentando transpor o aguaceiro imundo.
A maioria dos alunos utiliza uma passarela ligando a parte mais alta da rua Capachós à escola, passando por um conjunto habitacional -moradores também usam a passarela para evitar as águas.
O problema é que, entre os alunos, há os que moram exatamente na área alagada da rua -para eles, a passarela é inútil.
No auge do drama das enchentes no Jardim Pantanal, a praça localizada na parte alta da rua Capachós tinha uma tenda da Defesa Civil, outra da PM e do Corpo de Bombeiros (em que se viam veículos anfíbios), uma barraca da Sabesp distribuindo água potável e até um trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, instalado lá a pretexto de ajudar as pessoas que quisessem sair da várzea do Tietê a encontrar um imóvel para alugar.
Desse aparato todo, ontem, só restava a base da PM. Segundo o subprefeito Miguel Persoli, "a empresa que fornece a bomba d'água garantiu que ainda nesta semana voltará a fazer a dragagem da rua".
* Se é para encurtar o texto, talvez se possa suprimir "a poucos metros de onde o calçamento termina" (final do 1o. parágrafo). Idem para "antes do feriado de Páscoa" (2o. parágrafo)
* Pensando-se me redução de frases, não se pode ir diretamente para "bomba d'água" em "um caminhão munido de bomba d'água"? Quanto a "para que fosse feita manutenção", seria possível enxugar: "para manutenção".
* No quarto parágrafo, talvez não faça falta "em relação às cheias da virada do ano". "Dado novo" e a informação de que agora os alunos estão em aula bastam para esclarecer o contraponto.
* fico na dúvida se a referência ao conjunto habitacional (4o. parágrafo) ainda tem função, uma vez retirado a adjetivo "novinho" (que criava certa ironia : novinho X cercado de esgoto). A passarela está no texto para mostrar precariedade e inutilidade parcial. Se para os moradores do conjunto a passarela funciona, não sei qual o significado para o texto dessa referência (dizer que de fato a passarela não é tão inútil quanto parece? Isso seria contraditório...).
* Se é para cortar, então "drama" poderia sumir em "no auge do drama das enchentes" (6o. parágrafo); o mesmo para "localizada" em "localizada na parte alta da rua Capachós"
* Que tal passar a faca em "instalado lá a pretexto de ajudar as pessoas que quisessem sair da várzea do Tietê a encontrar um imóvel para alugar"? Poderia resultar em algo como "instalado sob pretexto de ajudar quem quisesse deixar a várzea do Tietê".
Na quarta-feira passada, antes do feriado de Páscoa, caminhão e bomba foram retirados. Segundo o subprefeito de São Miguel Paulista, Milton Persoli, responsável pela área, "para que fosse feita manutenção".
Bastaram, contudo, 16 mm de chuva (média do Centro de Gerenciamento de Emergências até as 13h de ontem) para que a rua Capachós, de novo sem dragagem, voltasse a ser tomada pelas águas.
O dado novo em relação às cheias da virada do ano é que, agora, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão mais em férias. Às 18h15 de ontem, quando se encerraram as aulas, viam-se pais e crianças tentando transpor o aguaceiro imundo.
A maioria dos alunos utiliza uma passarela ligando a parte mais alta da rua Capachós à escola, passando por um conjunto habitacional -moradores também usam a passarela para evitar as águas.
O problema é que, entre os alunos, há os que moram exatamente na área alagada da rua -para eles, a passarela é inútil.
No auge do drama das enchentes no Jardim Pantanal, a praça localizada na parte alta da rua Capachós tinha uma tenda da Defesa Civil, outra da PM e do Corpo de Bombeiros (em que se viam veículos anfíbios), uma barraca da Sabesp distribuindo água potável e até um trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, instalado lá a pretexto de ajudar as pessoas que quisessem sair da várzea do Tietê a encontrar um imóvel para alugar.
Desse aparato todo, ontem, só restava a base da PM. Segundo o subprefeito Miguel Persoli, "a empresa que fornece a bomba d'água garantiu que ainda nesta semana voltará a fazer a dragagem da rua".
* Se é para encurtar o texto, talvez se possa suprimir "a poucos metros de onde o calçamento termina" (final do 1o. parágrafo). Idem para "antes do feriado de Páscoa" (2o. parágrafo)
* Pensando-se me redução de frases, não se pode ir diretamente para "bomba d'água" em "um caminhão munido de bomba d'água"? Quanto a "para que fosse feita manutenção", seria possível enxugar: "para manutenção".
* No quarto parágrafo, talvez não faça falta "em relação às cheias da virada do ano". "Dado novo" e a informação de que agora os alunos estão em aula bastam para esclarecer o contraponto.
* fico na dúvida se a referência ao conjunto habitacional (4o. parágrafo) ainda tem função, uma vez retirado a adjetivo "novinho" (que criava certa ironia : novinho X cercado de esgoto). A passarela está no texto para mostrar precariedade e inutilidade parcial. Se para os moradores do conjunto a passarela funciona, não sei qual o significado para o texto dessa referência (dizer que de fato a passarela não é tão inútil quanto parece? Isso seria contraditório...).
* Se é para cortar, então "drama" poderia sumir em "no auge do drama das enchentes" (6o. parágrafo); o mesmo para "localizada" em "localizada na parte alta da rua Capachós"
* Que tal passar a faca em "instalado lá a pretexto de ajudar as pessoas que quisessem sair da várzea do Tietê a encontrar um imóvel para alugar"? Poderia resultar em algo como "instalado sob pretexto de ajudar quem quisesse deixar a várzea do Tietê".
AULA 2 - Exercício de casa - Solução Thaís
Rua no Jardim Pantanal volta a alagar
Ontem, de novo, a rua Capachós, no Jardim Pantanal (zona leste de São Paulo), encheu. Durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste, a rua-símbolo das inundações causadas pela ocupação desordenada da várzea do rio Tietê era a Capachos. A prefeitura tinha conseguido resolver o problema. Instalou um caminhão munido de bomba d'água que sugava o líquido da rua e o lançava no leito do rio.
Na quarta-feira passada, antes do feriado de Páscoa, caminhão e bomba foram retirados. Segundo o subprefeito de São Miguel Paulista, Milton Persoli, responsável pela área, "para que fosse feita manutenção".
Bastaram 16 mm de chuva (média do Centro de Gerenciamento de Emergências até as 13h de ontem) para que a rua Capachós voltasse a alagar.
O dado novo é que, agora, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão mais em férias. A maioria deles ganhou da prefeitura um caminho alternativo: a passarela ligando a parte mais alta da rua Capachós à escola, passando pelo conjunto habitacional -moradores também usam a passarela para evitar as águas.
Para os alunos que moram na área alagada, a passarela é inútil.
Vicentina de Arruda, 38, uma mão segurando o guarda-chuva, a outra apertada em torno do pulso do sobrinho Pedro, 9, reclamou encolhida sobre uma pedra na calçada: "Isto aqui é água com cocô. A gente paga à Sabesp, mas o esgoto está totalmente entupido."
No auge do drama das enchentes no Jardim Pantanal, a praça localizada na parte alta da rua Capachós tinha uma tenda da Defesa Civil, outra da PM e do Corpo de Bombeiros e uma barraca da Sabesp distribuindo água potável.
Ontem, só havia a base da PM. Segundo o subprefeito Miguel Persoli, "a empresa que fornece a bomba d'água garantiu que ainda nesta semana voltará a fazer a dragagem da rua".
O prefeito Gilberto Kassab (DEM) ofereceu ao Rio de Janeiro auxílio em mantimentos, equipamentos e até em funcionários da Defesa Civil. "A nossa equipe está bastante experiente", disse.
* Não seria mau optar por somente uma das informações temporais em "Durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste".
* Acho que não haveria problema em reduzir "rua-símbolo" para "símbolo"; é sempre uma economia. Quanto à inversão (levando "Capachós" para o final do período), não me pareceu que o resultado é vantajoso em comparação com o texto original ("a rua-símbolo das inundações causadas pela ocupação desordenada da várzea do rio Tietê era a Capachos"). Demora muito para ao leitor saber que o foco não saiu da Capachós.
* Se é para economizar caracteres, penso que o caminhão não é o mais importante: não se poderia ir direto para "bomba d'água" em "um caminhão munido de bomba d'água"?
* "para que fosse feita manutenção" (2o. parágrafo) poderia ser enxugado: "para manutenção".
* fico na dúvida se a referência ao conjunto habitacional (4o. parágrafo) ainda tem função, uma vez retirado a adjetivo "novinho" (que criava certa ironia : novinho X cercado de esgoto). A passarela está no texto para mostrar precariedade e inutilidade parcial. Se para os moradores do conjunto a passarela funciona, não sei qual o significado para o texto dessa referência (dizer que de fato a passarela não é tão inútil quanto parece? Isso seria contraditório...).
Ontem, de novo, a rua Capachós, no Jardim Pantanal (zona leste de São Paulo), encheu. Durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste, a rua-símbolo das inundações causadas pela ocupação desordenada da várzea do rio Tietê era a Capachos. A prefeitura tinha conseguido resolver o problema. Instalou um caminhão munido de bomba d'água que sugava o líquido da rua e o lançava no leito do rio.
Na quarta-feira passada, antes do feriado de Páscoa, caminhão e bomba foram retirados. Segundo o subprefeito de São Miguel Paulista, Milton Persoli, responsável pela área, "para que fosse feita manutenção".
Bastaram 16 mm de chuva (média do Centro de Gerenciamento de Emergências até as 13h de ontem) para que a rua Capachós voltasse a alagar.
O dado novo é que, agora, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão mais em férias. A maioria deles ganhou da prefeitura um caminho alternativo: a passarela ligando a parte mais alta da rua Capachós à escola, passando pelo conjunto habitacional -moradores também usam a passarela para evitar as águas.
Para os alunos que moram na área alagada, a passarela é inútil.
Vicentina de Arruda, 38, uma mão segurando o guarda-chuva, a outra apertada em torno do pulso do sobrinho Pedro, 9, reclamou encolhida sobre uma pedra na calçada: "Isto aqui é água com cocô. A gente paga à Sabesp, mas o esgoto está totalmente entupido."
No auge do drama das enchentes no Jardim Pantanal, a praça localizada na parte alta da rua Capachós tinha uma tenda da Defesa Civil, outra da PM e do Corpo de Bombeiros e uma barraca da Sabesp distribuindo água potável.
Ontem, só havia a base da PM. Segundo o subprefeito Miguel Persoli, "a empresa que fornece a bomba d'água garantiu que ainda nesta semana voltará a fazer a dragagem da rua".
O prefeito Gilberto Kassab (DEM) ofereceu ao Rio de Janeiro auxílio em mantimentos, equipamentos e até em funcionários da Defesa Civil. "A nossa equipe está bastante experiente", disse.
* Não seria mau optar por somente uma das informações temporais em "Durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste".
* Acho que não haveria problema em reduzir "rua-símbolo" para "símbolo"; é sempre uma economia. Quanto à inversão (levando "Capachós" para o final do período), não me pareceu que o resultado é vantajoso em comparação com o texto original ("a rua-símbolo das inundações causadas pela ocupação desordenada da várzea do rio Tietê era a Capachos"). Demora muito para ao leitor saber que o foco não saiu da Capachós.
* Se é para economizar caracteres, penso que o caminhão não é o mais importante: não se poderia ir direto para "bomba d'água" em "um caminhão munido de bomba d'água"?
* "para que fosse feita manutenção" (2o. parágrafo) poderia ser enxugado: "para manutenção".
* fico na dúvida se a referência ao conjunto habitacional (4o. parágrafo) ainda tem função, uma vez retirado a adjetivo "novinho" (que criava certa ironia : novinho X cercado de esgoto). A passarela está no texto para mostrar precariedade e inutilidade parcial. Se para os moradores do conjunto a passarela funciona, não sei qual o significado para o texto dessa referência (dizer que de fato a passarela não é tão inútil quanto parece? Isso seria contraditório...).
AULA 2 - Exercício de casa - Solução Grazielle
Rua no Jardim Pantanal volta a alagar
Ontem, de novo, a rua Capachós, no Jardim Pantanal (zona leste de São Paulo), encheu. A Capachós foi, durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste, a rua-símbolo das inundações causadas pela ocupação desordenada da várzea do rio Tietê. Na época, ficou intransitável, tomada por um caldo espesso de esgoto misturado a águas de chuva e de rio.
A prefeitura havia instalado um caminhão com bomba d'água que sugava o líquido da rua e o lançava no leito do rio, a poucos metros de onde o calçamento termina.
Porém, na quarta-feira passada, ele foi retirado “para manutenção”, segundo o subprefeito de São Miguel Paulista, Milton Persoli, responsável pela área.
Bastaram, contudo, 16 mm de chuva (média do Centro de Gerenciamento de Emergências até as 13h de ontem) para que a rua voltasse a ser tomada pela água.
O dado novo em relação às cheias da virada do ano é que, agora, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão mais em férias. Às 18h15 de ontem, viam-se pais e crianças tentando transpor o aguaceiro imundo.
A maioria dos alunos ganhou da prefeitura um caminho alternativo: a passarela com mais de 300 metros ligando a parte mais alta da rua à escola. O problema é que há os que moram exatamente na área alagada da rua - para eles, a passarela é inútil.
Vicentina de Arruda, 38, com o sobrinho Pedro, 9, reclamou encolhida sobre uma pedra na calçada: "Isto aqui é água com cocô. A gente paga à Sabesp para ter água e esgoto, mas o esgoto está totalmente entupido."
No auge do drama das enchentes no Jardim Pantanal, o local tinha tendas da Defesa Civil, da PM e do Corpo de Bombeiros, uma barraca da Sabesp distribuindo água potável e até um trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, para ajudar quem quisesse encontrar um imóvel para alugar longe dali.
Desse aparato todo, ontem, só restava a base da PM. Segundo o subprefeito Miguel Persoli, "a empresa que fornece a bomba d'água garantiu que ainda nesta semana voltará a fazer a dragagem da rua".
* Talvez se pudesse cortar uma das duas referências temporais em "durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste";
* Economiza pouquinho, mas "a rua-símbolo" poderia ser reduzida para "símbolo";
* No segundo parágrafo, está certo que o caminhão não era exatamente "solução" (pequena ironia do texto original), mas será que retirar essa menção não deixa o leitor na dúvida sobre o resultado da bomba (funciona/não funciona)?
* Bons cortes pontuais, evitando expressões desnecessariamente extensas como "para que fosse feita manutenção".
* No quinto parágrafo, talvez não faça muita falta a explicação do dado novo ("em relação às cheias da virada do ano"). Já se sabe que é novo e informa-se que agora os alunos não estão em férias; acho que basta.
Ontem, de novo, a rua Capachós, no Jardim Pantanal (zona leste de São Paulo), encheu. A Capachós foi, durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste, a rua-símbolo das inundações causadas pela ocupação desordenada da várzea do rio Tietê. Na época, ficou intransitável, tomada por um caldo espesso de esgoto misturado a águas de chuva e de rio.
A prefeitura havia instalado um caminhão com bomba d'água que sugava o líquido da rua e o lançava no leito do rio, a poucos metros de onde o calçamento termina.
Porém, na quarta-feira passada, ele foi retirado “para manutenção”, segundo o subprefeito de São Miguel Paulista, Milton Persoli, responsável pela área.
Bastaram, contudo, 16 mm de chuva (média do Centro de Gerenciamento de Emergências até as 13h de ontem) para que a rua voltasse a ser tomada pela água.
O dado novo em relação às cheias da virada do ano é que, agora, os 1.543 alunos do CEU Três Pontes, na mesma rua, não estão mais em férias. Às 18h15 de ontem, viam-se pais e crianças tentando transpor o aguaceiro imundo.
A maioria dos alunos ganhou da prefeitura um caminho alternativo: a passarela com mais de 300 metros ligando a parte mais alta da rua à escola. O problema é que há os que moram exatamente na área alagada da rua - para eles, a passarela é inútil.
Vicentina de Arruda, 38, com o sobrinho Pedro, 9, reclamou encolhida sobre uma pedra na calçada: "Isto aqui é água com cocô. A gente paga à Sabesp para ter água e esgoto, mas o esgoto está totalmente entupido."
No auge do drama das enchentes no Jardim Pantanal, o local tinha tendas da Defesa Civil, da PM e do Corpo de Bombeiros, uma barraca da Sabesp distribuindo água potável e até um trailer do Conselho Regional de Corretores de Imóveis, para ajudar quem quisesse encontrar um imóvel para alugar longe dali.
Desse aparato todo, ontem, só restava a base da PM. Segundo o subprefeito Miguel Persoli, "a empresa que fornece a bomba d'água garantiu que ainda nesta semana voltará a fazer a dragagem da rua".
* Talvez se pudesse cortar uma das duas referências temporais em "durante dois meses, entre o final do ano passado e início deste";
* Economiza pouquinho, mas "a rua-símbolo" poderia ser reduzida para "símbolo";
* No segundo parágrafo, está certo que o caminhão não era exatamente "solução" (pequena ironia do texto original), mas será que retirar essa menção não deixa o leitor na dúvida sobre o resultado da bomba (funciona/não funciona)?
* Bons cortes pontuais, evitando expressões desnecessariamente extensas como "para que fosse feita manutenção".
* No quinto parágrafo, talvez não faça muita falta a explicação do dado novo ("em relação às cheias da virada do ano"). Já se sabe que é novo e informa-se que agora os alunos não estão em férias; acho que basta.
Assinar:
Postagens (Atom)